Cobertura mal distribuída
Um roteador no canto do escritório não cobre a sala do fundo. O sinal chega, mas fraco demais para funcionar.
Internet rápida não adianta quando a rede da empresa é o gargalo.
Sinal, interferência de canal e velocidade real em cada área — com todo mundo usando ao mesmo tempo, não às sete da manhã.
Posição dos access points e caminho do cabeamento pensados para a planta que existe, não para o catálogo do fabricante.
Você recebe o desenho de como a rede ficou. Se mudar o layout do escritório depois, ninguém começa do zero.
Quase nunca é a internet contratada. Costuma ser um destes seis.
Um roteador no canto do escritório não cobre a sala do fundo. O sinal chega, mas fraco demais para funcionar.
Em prédio comercial, dezenas de redes disputam a mesma faixa. O problema não é o seu equipamento — é a vizinhança.
Cabo antigo ou mal crimpado limita a velocidade de toda a rede, mesmo com internet rápida contratada.
Roteador de casa não foi feito para 20 aparelhos simultâneos. Ele trava, reinicia e derruba a conexão.
Tudo na mesma rede: computadores, celulares, visitantes, impressoras. Um problema em qualquer ponto afeta todo o resto.
Sem configuração adequada, o notebook fica preso num ponto distante em vez de mudar para o mais próximo.
Antes de trocar qualquer equipamento, medimos. Cobertura ponto a ponto, interferência dos canais, velocidade real em cada área e comportamento sob carga — com todo mundo usando ao mesmo tempo, não às sete da manhã.
Só depois se decide o que fazer: reposicionar o que já existe, acrescentar pontos de acesso, refazer cabeamento ou trocar equipamento. Muitas vezes a rede melhora sem comprar nada.
Sobre a diferença entre internet rápida e rede boa, explicamos em detalhe aqui.
Descreva o que acontece e em que parte do escritório. Já dá para adiantar bastante coisa antes da visita.
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